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Você realmente sabe que horas são?

O tempo é algo que compartilhamos desde sempre e segue sendo a única coisa comum a todos no planeta — e é mesmo?

O tempo é algo comum a todas as civilizações. É vivido em coletividade, mas só mencionamos sua falta ou passagem rápida . Sua banalidade mascara sua importância e o quanto nos afeta diariamente. Justamente por isso, vem ganhando cada vez mais status de moeda e também de acesso. Tentamos organizá-lo, mas, na maioria das vezes, não conseguimos deter seu controle.

Observar o cotidiano, o céu, o universo, acelerar, desacelerar, pausar, olhar o tempo passar livremente - sem deixar de refletir sobre ele. É possível pensar o tempo sob diversas perspectivas e abordagens. E é justamente isso o que faremos durante essa experiência-curso-aulas-encontros.

Cíclico. linear. criação da sociedade. seja como for, por que falar do tempo? 

Falar e refletir sobre o tempo na contemporaneidade é fundamental, é fato que a sociedade contemporânea vem desaprendendo diariamente a lidar com o tempo e ficamos com a sensação de não saber o que fazer com ele. Percepção do tempo, a discutida obsolescência do ser humano, qual é nosso lugar no tempo e espaço? 

Por meio de reflexões sobre questões diversas, vamos levantar uma variedade enorme de ideias, debates e conceitos - que serão trabalhados de forma interdisciplinar, em contato com especialistas mundialmente conceituados, estudiosos e empreendedores. Astronomia, física, música, robótica, inteligência artificial, agricultura, cultura slow, meditação, arqueologia, história, business, passagem do tempo, preguiça, ócio, tempo livre. Ideias que serão exercitadas e estimuladas, para expandir a mente, inspirar, fornecer repertório e interdisciplinaridade, fatores importantes para empreender e viver melhor.

A experiência foi desenhada para causar uma transformação pessoal. 

Para Norbert Elias quando se acorda para o Tempo, descobre-se a si mesmo. 

Renata Ávila Alamy Yanni

Sócia GUAJA

Conteúdo, Cultura e Hospitalidade


Conheça os Professores

Aula Inaugural: 23/08/16

 

Na aula inaugural do curso Sobre o Tempo, vamos ouvir uma série de fatos verídicos, filosófico-comportamentais, biológicos-ambientais e mercadológicos, vividos por indivíduos na sociedade. Vamos aprender a quantificar o tempo em nossas vidas usando métodos e instrumentos da matemática, física, engenharia de software, biologia, epidemiologia, sociologia, com uma pitada de filosofia e triathlon... fechando com "o tempo e uma prova de ironman"  

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Jones Albuquerque é professor no Departamento de Estatística e Informática da UFRPE, cientista-chefe do ISI-TICs (Instituto SENAI de Inovação para Tecnologia da Informação e Comunicação), e colaborador no CESAR.edu. Coordena o grupo de pesquisa Epi Schisto e é diretor de conhecimento da Epitrack (start up do crachá em branco do TED:), a qual ajudou a fundar e cujos trabalhos de combate a epidemias já lhe valeram alguns prêmios. Jones é finalista no The Venture, competição mundial de start-ups. Ah e ainda é Ironman. 


25/08/16

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Como usar o tempo e a dinâmica da economia colaborativa para enriquecer a vida das pessoas e suas relações sociais, além de possibilitar a exploração de novas atividades. 

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CEO e co-fundadora da Bliive, a maior e primeira rede mundial de troca de tempo, presente em mais de 100 países. Conselheira da Agenda Global na Economia Criativa e da Global Shaper de São Paulo HUB. Bacharel em Direito e Relações Públicas, estudou Administração da Universidade de Stanford e Direitos Humanos e História dos ideais políticos da Universidade de Lisboa, Portugal. Como empreendedor social, desenvolve projetos sociais em saúde e redução da pobreza das mulheres. Conduz a operação de Bliive no Brasil e Reino Unido, apoiado pela UK Trade and Programa Sirius iniciativa de Investimento. Em 2014, a revista MIT Tecnhology Review Brasil a escolheu para fazer parte do grupo de Inovadores com menos de 35 anos. Em 2015 a BBC a considerou uma das 100 mulheres mais inspiradoras do mundo.  A ideia da Bliive nasceu depois de Lorrana ter assistido a dois documentários sobre economias alternativas e colaboração online, assim nasceu o conceito de criar um banco de tempo virtual onde seria possível compartilhar esse recurso com qualquer pessoa no mundo. 

 

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O primeiro Café-Coworking do Brasil é um exemplo palpável de que até mesmo o preço de uma simples xícara de café pode ser mensurado pelo tempo. 

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Lucas Durães é um eterno apaixonado por Belo Horizonte. Acredita piamente que esta capital tem tudo para se tornar a cidade mais criativa e inovadora do país. Foi com isso em mente que, em 2013, fundou o GUAJA, espaço de coworking com a missão de ser uma plataforma de fomento do empreendedorismo criativo local. Com pouco mais de um ano de vida, o GUAJA já contava com uma fervilhante Comunidade Criativa que não parava de crescer. Era chegado o momento de dar o próximo passo, o momento de levar o coworking para um novo level. Foi assim que nasceu A Alfaiataria, um espaço temporário de múltiplas possibilidades que durante três meses combinou um coworking, uma escola de atividades criativas, uma loja colaborativa de empreendedores locais, um bar e um estúdio de tatuagem numa mesma casa. A Alfaiataria foi um protótipo daquilo que veio a se tornar o GUAJA em 2016, com a inauguração do GUAJA Casa, o primeiro Café-Coworking do Brasil.

 


27/08/16

Trabalho e ócio são tempos que possuem muitas tensões, mas que também carregam muitas sinergias, para além do que somos educados a acreditar. Desde a origem da civilização ocidental até os tempos atuais. De que forma podemos trabalhar com mais ócio? De que forma podemos inserir um pouco mais de trabalho no nosso ócio? Quais as virtudes e as armadilhas do ócio criativo?

 
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Formado em Administração de Empresas pela UFRJ, com ênfase em Marketing e Recursos Humanos, André atuou na área de marketing de diversas empresas até casnsar de trabalhar por causas em que não acreditava. Foi então que fundou a Estante Virtual, em 2005. É palestrante e pesquisador independente. Atualmente se prepara para cursar o mestrado em Comunicação Social e desenvolver pesquisa sobre a cybercultura e suas implicações na subjetividade contemporânea. 

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Vamos discutir a cultura Slow em tempo de progresso sustentado. A aula vai explorar onde está o seu tempo, porque é nele onde você se encontra, onde está sua autenticidade, seu diferencial e sua sensibilidade de coletividade, que te faz agente transformador de mundo. O mundo hoje é sustentado no significado do tempo, vamos explorar a necessidade versus verdade das coisas, e como isso pode levar à otimização do tempo. 

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Silvia Vasconcellos é marketóloga e ao olhar para o mercado descobriu que a sua dinâmica precisa de mais verdades. O comportamento consciente é o seu foco nos seus diversos segmentos. Equilíbrio e autenticidade são as palavras de ordem. Empreende significados em conteúdo on e off line com fotografia editorial e vídeo, em gastronomia, com uma cozinha slow, a Make Eat Slow e o projeto do qual participou e com o qual colabora, o Guia Slow Lifestyle, da plataforma Review Slow Living. Com formação acadêmica nacional e internacional enxerga muita
oportunidade por aqui, em nosso território, e considera o TEMPO uma das ferramentas que nos torna agentes transformadores. 


27/08/16

 

Bené vai compartilhar a experiência de viver na Amazônia, da roça e lavoura, do tempo da natureza e seu ofício de fazer a melhor farinha do mundo, segundo o Congresso Internacional do Terra Madre.

"Fazer farinha é difícil, você planta num ano pra colher no outro, é muita dificuldade"

Iremos lançar nesse dia um novo documentário sobre seu Bené, "Deixe eu lhe Dizer" um recorte sobre a simplicidade da vida do agricultor de mandioca, realizado por Maria Zienhe Caramez de Castro, que estará presente no dia.

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Benedito Batista de Silva, 60 anos de experiência na roça, lavrador da pequena agricultura familiar, é considerado uma referência local quando se fala em produção de farinha de mandioca no Estado do Pará. É um dos poucos que trabalha com a farinha empaneirada, mantendo a tradição de vender seu “alqueire” de farinha em uma linda embalagem de talo e folha de guarimã. Identificado para o mundo gastronômico através do Projeto Mandioca da chef Teresa Corção, Seu Benedito foi protagonista no documentário "O Professor da Farinha". Esse documentário rodou o mundo e proporcionou o convite para participar do evento Terra Madre, realizado em Turin - Itália pelo Slow Food. A viagem rendeu-lhe uma nova participação em um filme, "Seu Bené vai pra Itália". O documentário mostra a viagem deste pequeno agricultor desde sua cidade natal, Bragança - Pará, até a Itália e seu retorno para o Brasil. O encontro com culturas, lavradores do mundo inteiro, assim como o encanto em conhecer a cultura européia, se mescla com o profundo contato afetivo que o personagem cria com a família que o recebe na Itália. O filme fala da importância de se romper barreiras, desde as culturais, econômicas e até mesmo as físicas, nesta aventura antropológica. O documentário "Seu Bené vai pra Itália" mostra que ainda existe esperança para o pequeno agricultor brasileiro. 


30/08/16

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Qual será o impacto da inteligência artificial na sociedade nos próximos anos? Na produção e mercado de trabalho? As máquinas substituirão o quê? Novos algoritmos de aprendizado profundo (deep learning) estão superando o estado-da- arte e em muitos casos os humanos em várias tarefas tais como reconhecimento de voz, reconhecimento de imagens, tradução automática, veículos autômatos, etc. Ray Kurzweil, cientista da computação e futurista, dizia, em 1998, que os avanços da tecnologia estavam indo em um ritmo muito acelerado e que ou nós nos tornaríamos robôs, ou acabaríamos nos mesclando a robôs, ou qualquer outra coisa nesse sentido. Pretendemos mostrar, através de exemplos concretos, como e quando o futuro está chegando ---- e o que já é presente.

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Nivio Ziviani é Ph.D. em Ciência da Computação pela Universidade de Waterloo, Canadá. É Professor Emérito do Departamento de Ciência da Computação da UFMG e Presidente do Conselho de Tecnologia da Kunumi. É membro titular da Academia Brasileira de Ciências e da Ordem Nacional do Mérito Cientifico na classe Comendador. Recebeu em 2011 os prêmios Mérito Científico da Sociedade Brasileira de Computação e Pessoa Física. Destaque do Ano da SUCESU-MG pela contribuição à área de TIC em Minas Gerais, e em 2016 o prêmio Amigo da Ciência, Amigo da FAPEMIG pelo aniversário de 30 anos da FAPEMIG. É cofundador da Miner Technology Group, vendida para o Grupo Folha / UOL em junho de 1999, da Akwan. Information Technologies, vendida para a Google Inc. em julho de 2005, da Zunnit Technologies e da Kunumi Serviços em TI. É autor do livro Projeto de Algoritmos e coautor de mais de 120 artigos técnicos nas áreas de algoritmos, recuperação de informação, sistemas de recomendação e áreas relacionadas.

01/09/16

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A principal mudança que vivemos enquanto envelhecemos não é o lento e gradual decaimento físico, mas na verdade, a transformação da nossa relação com o tempo. Essa mudança é ainda mais paradoxal quando consideramos a sociedade digital imediatista e 'real time' que expande o agora e ao mesmo tempo, o drástico aumento da nossa sobrevida, já que muito em breve, iremos viver até os 140 anos. A relação com o passado, o presente e o futuro à luz da nova maturidade e dos novos movimentos culturais de nossa sociedade é o que propõe como reflexão e pitadas de provocação, o cultural hacker Max Nolan Shen, co-fundador da plataforma de inteligência e conteúdo MaturityNow.

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Max é um hacker cultural. Ele ama decodificar os padrões comportamentais da sociedade e transformá-los em novas ideias e projetos. Criou o conceito de "carreira fractal" baseado na sua própria experiência e modo de vida, pois trabalha sempre de maneira horizontal e com poder distribuído com um time de pessoas talentosas e livres.  Nos últimos anos co-fundou uma série de empresas e projetos que trabalham dessa maneira, como por exemplo a Dervish, uma empresa de consultoria de comunicação estratégica responsável por grandes projetos culturais, na Nestlé, Bradesco, Ambev e Pepsico, entre outros. A Epiphanea, uma escola livre de artistas que quer inspirar 7 bilhões de pessoas a descobrir seu eu artista e a MaturityNow, uma plataforma de contéudo que quer requalificar o que é a vida após os 50 anos, são outros dois exemplos. Seu currículo inclui importantes passagens como de Chefe de Estratégia para a StrawberryFrog, Estrategista Senior na Alexandria The Land of Generous Ideas e chefe de marketing na Johnson&Johnson e Unilever America Latina. 


03/09/16

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A Kundalini Yoga é uma ciência milenar sobre a arte de lidar com a expansão da consciência, acordando e fazendo subir a ENERGIA KUNDALINI pelo canal da espinha vertebral, atravessando e ativando os centros de energia denominados de chakras. Essa realização é feita misturando e unindo PRANA (energia cósmica) com APANA (energia de eliminação) gerando assim uma pressão que força a subida da kundalini através da coluna utilizando-se PRANAYAMAS (exercícios respiratórios), BHANDAS (contrações corporais), KRYIAS (jogos completos de exercícios) e utilizando-se ASANAS (posturas), MUDRAS (gesticulação com mãos, dedos ou braços) e MANTRAS (palavras cantadas).

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O sonoro é evanescente, dissolve-se continuamente à medida em que vibra. Para se tornar material musical é preciso que deixe suas marcas na memória. Só assim pode se sustentar no tempo e permitir que o que passou continue e se relacione à sensação presente, assim como às  expectativas que se insinuam do futuro. A memória, por sua vez, trabalha com blocos de tempo, integração de sensações díspares que alcançam uma espécie de consistência ou unidade. Mesmo a escuta de um gesto breve – por exemplo, uma sequência rápida de notas progressivamente mais agudas – exige da memória uma síntese da sucessividade – de modo a relacionar as notas em uma direção ascendente e a capturar toda a sequência como uma gestalt. A escuta musical requer concentração e sustentação das sensações sucessivas, para que uma forma musical possa constituir-se no tempo.

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Rogério Vasconcelos Barbosa (1962) é natural de Belo Horizonte (MG). Graduou-se na Escola de Música da UFMG e completou seu doutorado em Composição no Instituto de Artes - UFRGS. Sua produção inclui peças para orquestra, música de câmara, música para instrumento solo, trilhas e instalações eletroacústicas. É professor adjunto na Escola de Música da UFMG.

 


13/09/16

 
 

Ao observarmos o Universo, quanto mais longe observamos, mais para o passado "viajamos". A observação do Universo é uma autêntica viagem no tempo, o que nos permite compreender em toda sua dimensão o conceito de "espaço-tempo", pois, ao mesmo tempo em que observamos um espaço cada vez maior quando observamos galáxias distantes, observamos também o passado delas. Acompanhe a astrofísica Thaisa Storchi Bergmann nesta viagem no tempo através das observações astrofísicas, que incluem também o efeito da gravidade de grandes concentrações de massa e da velocidade dos objetos no intervalo de tempo percebido.

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Thaisa Storchi Bergmann é uma das 5 mulheres cientistas mais importantes do mundo. É Doutora em Astrofísica e Professora do Departamento de Astronomia do Instituto de Física da UFRGS, onde é Chefe do Grupo de Pesquisa em Astrofísica. Obteve seu doutorado em 1987, no próprio Instituto de Física, tendo feito estágios de pós-doutoramento na Universidade de Maryland, Washington, no Instituto doTelescópio Espacial Hubble, em Baltimore,  no Rochester Institute of Technology, Rochester, e no Harvard/Smithsonian Center for Astrophysics, nos Estados Unidos. Seu trabalho de pesquisa e descobertas sobre buracos negros supermassivos em galáxias tem tido grande repercussão internacional, estando entre os cientistas brasileiros mais citados no exterior na área de Astrofísica. É membro do comitê diretor do Observatório Gemini, um consórcio de 7 países que administra dois telescópios gigantes de alta tecnologia, do qual o Brasil faz parte. Tem participado de vários outros comitês internacionais de reconhecida relevância científica, como o que aloca tempo de observação no Telescópio Espacial Hubble e European Southern Observatory.  É membro da Academia Brasileira de Ciências e da Academia de Ciências do Mundo em Desenvolvimento (TWAS). No ano de 2015, recebeu o prêmio L'Oreal/UNESCO Para Mulheres na Ciência.


15/09/16

 
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A cerâmica, em suas variadas formulações, tem acompanhado as transformações tecnológicas do homem em todo seu processo de desenvolvimento. Todas as civilizações indistintamente fizeram uso da cerâmica. Os minerais argilosos teriam constituído não somente o suporte, mas também o próprio sistema genético da vida primitiva.

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Aos 18 anos, Maximo Soalheiro foi trabalhar em uma loja de material de construção e se encantou com o visual da olaria local. A partir daí, resolveu se dedicar aos tijolos, e foi aprender a produzi-los em escala industrial. Os erros e acertos do aprendizado permitiram novas descobertas e técnicas que até hoje são aplicados em suas criações. Em 1978 abriu seu atelier em Santa Tereza, onde segue produzindo suas peças. Desenvolveu trabalhos em diversas áreas, como artes plásticas, arquitetura, desenho de objetos, desenho gráfico e produção de imagens. Manteve contato e prestou serviço, nos seus 30 anos de carreira, às mais variadas empresas e instituições culturais. Dentre elas estão a Vale, Cemig, Acesita, MBR, Fiat, UsiMinas, Instituto Moreira Salles, Editora Abril, Tok Stok, Construtora Caparaó, UFMG, UFOP, British Council, Rede Globo Minas, AngoGold Ashanti e Google Belo Horizonte.  


Mediação 

Nossa mediadora, Maria Luiza Tavares

Sócia-fundadora da Argumento Digital e do Mesha, trabalho com design de experiência, análise e validação de cenários e estratégias. 

O que faço bem? Ouvir e contar histórias e propor amarrações entre elas, e o modo com que chegam e modificam a vida das pessoas. Também sou  publicitária, especialista em Produção em Mídias Digitais, Mestre em Linguagem e Tecnologia e professora universitária. Estudo tecnologia, comunicação e comportamento, com um olhar particularmente interessado no modo com que agimos e reagimos a estímulos, a partir do que sabemos e, principalmente, do que sentimos. 

O que vou fazer no Sobre o Tempo? Navegar com a turma pelos conteúdos, sensações e sentimentos surgidos, construídos e surpreendidos durante o curso, para que, juntos, possamos significar e ressignificar a nossa própria experiência.


Encerramento: 17—18/09/16

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Mesa e Cadeira

A MESA reúne profissionais talentosos com diferentes habilidades e experiências em torno da mesma mesa para conceber, desenvolver e prototipar soluções, em um curto período de tempo. Cada Mesa termina com um protótipo pronto para ser lançado para o mundo.


Sobre o Sobre o Tempo

Horários

As aulas do curso Sobre o Tempo vão ocorrer às terças, quintas, sábados e um domingo nas seguintes datas:

  • 23 de Agosto, Terça-feira, 19:15 às 22:15

  • 25 de Agosto, Quinta-feira, 19:15 às 22:15

  • 27 de Agosto, Sábado, 09:00 às 16:00*

  • 30 de Agosto, Terça-feira, 19:15 às 22:15

  • 01 de Setembro, Quinta-feira, 19:15 às 22:15

  • 03 de Setembro, Sábado, 09:00 às 16:00*

  • 13 de Setembro, Terça-feira, 19:15 às 22:15

  • 15 de Setembro, Quinta-feira, 19:15 às 22:15

Mesa e Cadeira

  • 17 e 18 de Setembro, Sábado e Domingo, 09:00 às 18:00*

  • Apresentação dos resultados das mesas Domingo 18 de Setembro às  18:00 com Happy Hour. 

* Horário de almoço de 12:00 às 14:00 

Carga Horária

50 Horas de aprendizado

Tamanho da turma

A turma está limitada a 20 participantes.

O que está incluído

  • Kit boas vindas com bolsa e material.

  • Coffee Break em todos os encontros, com menu elaborado pelo Chef Pedro Mendes.

  • Almoço aos finais de semana, com menu elaborado pelo Chef Pedro Mendes.

  • Participação no Mesa e Cadeira.

Investimento e Formas de Pagamento

  • R$ 3488.00 (5 x 697,60)

À vista = R$ 3000.00
Parcelado = Até 5 vezes no cartão
Desconto para coworkers = 5% 
Desconto para coworkers à vista = 7%

  • Infos e descontos para grupos: sobreotempo@guaja.cc

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